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sagrado feminino

Curso, Diversão e Relaxamento, Doula, Maternagem

Mãe, to na Globo!

Ok, é na Tv tem… mas trabalho de Doula sendo bem falado e divulgado na Globo é para se comemorar!

Eu busco sempre trazer para minha cidade (Itapetininga-SP) atividades exclusivas , e porque não inusitadas, na região. É trabalhoso, normalmente tem pouca adesão… mas o resultado é sempre muito bom.

 

Em maio convidei a Pâmela Souza, do Ventre Materno, para um workshop.

 

Foi tão encantador, o resgate do feminino, a re-conexão com o corpo principalmente para as mães que já tinham tido bebê, que o Work virou aula.

 

E hoje a matéria saiu, no jornal local ao meio dia, com depoimento das mães e dessa doula que vos escreve. Confiram que bacana que ficou!

 

Pela primeira vez os jornalistas daqui falaram corretamente o papel/função da Doula, apesar de errarem meu sobrenome rs), fiquei emocionada!

Clique aqui => Dança do Ventre Mãe e Bebê -Casa da Doula e Opima 

 

Empoderamento, Parto

HAJA LUZ!

Atenção: Este texto tem uma visão romântica e espiritual da vida, leia-o com lentes cor-de-rosa.

Sim, somos luz! E, embora temporariamente, enquanto aqui neste planeta, somos terra, somos carne, somos divinos.

Se D’us nos fez à sua imagem e semelhança, Ele/a nos brindou com o seu maior dom: a capacidade de criar. E, talvez, seja na escolha consciente da concepção de um filho por um casal, onde isto mais se evidencie.

Através da união amorosa, da completude que o amor proporciona, da grandeza deste amor, surge o desejo de compartilhar e a necessidade de expansão, de multiplicar-se para, simplesmente, poder amar mais. É então que o homem/mulher toca levemente o êxtase cósmico dos primórdios do universo: a criação.

Se originária do barro, a mulher carrega em si os ciclos da natureza e os mesmos atributos de sua mãe Terra: gerar, gestar, nutrir, acolher.

O parto, verdadeira iniciação na vida de uma mulher, é o evento onde ela mais pode se perceber humana, terrena e, simultaneamente, entrar em contato com seu mais profundo Sagrado Feminino.

É no parto que a mulher pode vivenciar os sentimentos mais humanos e selvagens, o medo do desconhecido, a dor e, sobretudo, a superação da dor; assim como experiencia o sublime, o prazer, a alegria, o júbilo. Se conecta com sua força e poder intrínsecos. Pode sentir a sabedoria de sua ancestralidade percorrer seu corpo. É a própria matéria, a materialização do amor, seu leite e sua cria.

A progenitora se faz Una com D’us, com a natureza, pois usufrui do milagre supremo: a vida.

E o amor de mãe é, talvez, o que mais se aproxime da maior qualidade divina – que também nos foi concedida: o amor mais puro, amor incondicional.

parto