Mantras de parto

Quem lembra dos mantras de parto do Dadadá? Fui publicando na fanpage, e acabei nunca compilando-os aqui.

Com o terceirinho chegando – 36 semanas, já! – , deu vontade de relembrar!

Alguma frase especial te ajudou? Coloca ela aqui, nos comentários, e eu faço uma imagem bem linda para publicar no Dadadá!

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E se o Bolsonaro achar que você merece ser estuprada?

Tortura

Maria Amélia de Almeida Teles conseguiu que Brilhante Ustra fosse declarado pela justiça brasileira, em 1a e 2a instância, um torturador.

Sob o comando deste homem, ela foi colocada, nua e molhada, na cadeira do dragão, onde fixaram fios desencapados nos seus ouvidos, boca, mamilos, ânus e vagina, pelos quais lhe aplicavam choques. Durante a tortura, ela vomitava, se urinava e evacuava.

Enquanto isso acontecia, um torturador se masturbava e ejaculava sobre ela.

Sequestraram seus filhos os levaram para vê-la, na sala de tortura. Eles tinham 4 e 5 anos. Encontraram-na assim, nua, amarrada, suja de vômito, xixi e cocô. Tinha tantos hematomas que o menino lhe perguntou:

“- Mamãe, porque você ficou azul?”

Eu imagino o pânico desta mulher quando viu seus filhos no DOI-Codi. Não só pelo horror que eles estavam presenciando, mas pelo medo aterrorizante de que também fossem violados, torturados, mortos, “sumidos”. Imagino a impotência, a humilhação e o sofrimento elevados à milésima potência.

“Usam a maternidade contra nós”, ela diz, no depoimento que presta no vídeo abaixo. “Não sei se levaram meus filhos para o César (o companheiro de Amélia, que também estava preso) ver. Mas levaram para a mãe ver. Nós sabemos o ônus da maternidade que nós carregamos.”

Homens e mulheres foram torturados e mortos na Ditadura. Contra as mulheres, havia mais armas, como há, ainda hoje. Ofendemos o Eduardo Cunha chamando-o de ladrão, de gangster. Atacamos a Dilma gritando vaca, vadia, puta. Ele é o Marlon Brando de smoking; ela, a Geni, suja de cuspe e bosta.

Quando toleramos que um congressista honre a memória de um torturador estamos amarrando na cadeira do dragão, de novo, Maria Amélia Teles. Não se esqueçam disso: pode acontecer de novo. SIM, PODE. Se uma pessoa que teve 464.000 votos em um estado da federação não se constrange em fazer o que fez em transmissão nacional, este risco é real. E não se enganem: não são só os outros que correm risco: regimes de exceção são, por definição, arbitrários. O Estado de Direito existe para proteger todos nós e quando se ofende o direito de um, se ameaça o direito de todos.

Então, amiga, antes de aplaudir o Bolsonaro, de compartilhar seus posts ou de votar nele, se imagine sem roupa, amarrada, levando choques e esperando ele decidir se você é bonita o suficiente para merecer ser estuprada. Com seus filhos olhando, off course.

Pós post: Para pedir providências quanto ao crime de apologia à tortura, cometido pelo deputado, clique aqui. A sugestão de texto, feita pela página Cidade que Queremos BH, é a seguinte:

“O deputado federal Jair Messias Bolsonaro dedicou o seu voto ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador do DOI CODI, em plena sessão parlamentar, televisionado em todo o território brasileiro no dia 17/04/2016, fazendo apologia ao crime de tortura.

solicitação :
Solicito providências acerca de declarações de apologia ao crime de tortura contra o Deputado Jair Messias Bolsonaro.

link da prova:
http://mais.uol.com.br/view/dsirb7h509tj/15833073?types=V&”

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NY com crianças – passo-a-passo para um roteiro bacaninha

Eu sou a louca do roteiro. Quando resolvo que vou viajar, a primeira coisa que faço depois de comprar a passagem é criar um arquivo no Google Maps para ir marcando todos os lugares que me interessam: desde aquele supermercado que vende orgânicos ao museu bacanudo que vai estar com uma exposição bombante. Isto é super legal para você se sentir familiarizada quando chega e não perder tempo rodando feito barata tonta.

Meu segundo passo é consultar na lupa da comunidade Viagens em Família, do Facebook, quais os arquivos sobre aquele lugar. TODOS os blogueiros que viajam com crianças estão naquele grupo (impressionante!) e todo mundo costuma colocar lá os links para seus posts. É um excelente jeito de começar.

Eu já conhecia NY, mas nunca tinha ido com as crianças, então foi a descoberta de um mundo novo. No início da programação fiquei até perdida com o tanto de coisas legais que tinha para fazer. No início, fui colocando no meu roteiro tudo-tudo-tudo que eu achava legal, depois tive que ir selecionando, afinal, ficaríamos só oito dias. Foi pouco tempo, muito pouco. Já quero voltar! :)

Aí vão minhas dicas de roteiro para vocês:

APLICATIVOS ÚTEIS

Já falei do NY Subway, que é o maior “tem que ter” da paróquia. Tripadvisor, Yelp, Uber, Apple Pay são indispensáveis, mas já são figurinhas carimbadas. Vamos então para outros aplicativos bacanérrimos podem facilitar sua vida na Big Apple:

The Scoop

O Scoop é o guia do NY Times para a cidade. Só dizer isso já era uma excelente referência, né? Restaurantes, bares, cafés, teatro, exposições, tudo está lá. Para nós, o que interessa é que tem um tópico de dicas para crianças, com programas SENSACIONAIS. Durante a nossa visita, havia apresentações de jazz para crianças, histórias sendo contadas em livrarias, a programação especial dos museus, visitas ao backstage das peças infantis da Brodway… Vale a pena fazer uma consultinha quando estiver preparando o seu roteiro!

TKTS

A TKTS vende os ingressos que “sobraram” dos shows da Brodway, com desconto bacanudo – 50% ou mais! A desvantagem é que lá você só consegue comprar para o mesmo dia da peça e, antigamente, você só sabia o que estava disponível quando ia a um dos postos de venda (são três: Times Square, Downtown Brooklin e South Street Seaport). Agora, com o aplicativo, você consegue visualizar o que está disponível e só vai ao posto de venda se algo te interessar. Tudibom, né?

Open table

Conheci o Open Table na minha viagem a São Francisco, uns anos atrás. Deste então, sempre o uso nos Estados Unidos, pois muitos dos restaurantes bacanas se associaram a ele para organizar suas reservas. Se você não teve tempo de programar antes de ir, o aplicativo é uma mão na roda.

PASSEIOS

Children Museum of Manhatan

Imagine a delícia de um museu só para crianças até cinco anos? Todo seguro e interativo? Não é sensacional?

Em um dia no qual a barriga pesou, fui com os meninos ao CMOM e foi maravilhoso. Dei um vale-passeio para o marido e pude ficar a tarde toda sentadinha, só assistindo os pequenos brincarem. Eles nem lembraram que tinham mãe. Chegamos pouco depois do almoço e ficamos até fechar, às 5:00 horas, e ainda houve choro e ranger de dentes para não ir embora!

Um porém: um dos andares é patrocinado por um canal de televisão e é cheio dos personagens. Não fez diferença para nós, pois os meus filhos não conheciam o cartoon, então, lidaram com as referências como se fossem, simplesmente, desenhos genéricos. Se fizer diferença para você, pule este andar (acho que é o segundo) ainda terá muito com o que se divertir.

Ah, na frente do museu está o Café Lalo, super tradicional, com os melhores cookies quentinhos que já comi.

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Museu de História Natural

Mais clichê impossível, mas dá para estar com crianças em NY e não levá-las para ver os fósseis de dinossauros? Dica para aumentar a curtição: se eles já têm idade para ver TV, assista na véspera Uma Noite no Museu”. Eles amam identificar as coisas que viram no filme, se sentem os próprios artistas!

Pista de patinação

No inverno, há dúzias de pistas de patinação espalhadas pela cidade, desde os clássicos no Central Park e no Rockeller Center, até versõezinhas mais hipster, como mo Bryrant Park. Eu adoro patinar desde o tempo da pista do Central Shopping aqui em BH #balzaquianafeelings, então, tinha muita vontade de levar o João para experimentar.

Escolhemos a do Brookfield Place, um shopping novo, bacaninha, na beira do Hudson River, pertinho do memorial do World Trade Center. Neste shopping fica o Le District, uma loja de comidinhas francesas no modelo da Eataly, que super vale o passeio.

Voltando à patinação, pagamos para o João, além do aluguel dos patins, meia hora de aula. Ainda que ele não fale inglês, a professora era uma fofa, super paciente, e ele ficou independente rapidinho. Depois, não queria mais sair da pista. Foi, sem dúvidas, um dos passeios mais divertidos da nossa estada.

Memorial World Trade Center

Subimos no prédio novo do World Trade Center, no qual há um mirante maravilhoso para Rio Hudson. Não pegamos aquelas filas loucas do Empire State, o que já é tudo de bom. Os meninos se divertiram horrores, desde o elevador que, segundo o João, “parece um raio”. Não foi o programa da minha vida, mas vale a pena conhecer.

Brookli n flea

Um passeio imperdível para os grandes, que as crianças aqui também curtiram muito. Alexandre e eu já conhecíamos a versão de verão da Smorgasburg, uma feira de comidinhas muito charmosa. Quando fomos, acontecia em um lote vago em Williansburg, chegamos de balsa, foi super gostoso. Agora, no inverno, ela tem uma versão indoor, que acontece junto com a Brooklin in Flea, uma exposição hipster de milhares de charmosidades: desde brinquedos antigos (João PIROU nos bonequinhos vintage do Star Wars), até móveis, roupas, antiguidades, além das já conhecidas comidinhas. Tudo de bom.

RESTAURANTES

Eu iria a Nova Iorque só para comer, admito. Passaria meu dia vagando entre brunchs deliciosos, comidinhas de rua e jantares espetaculares. Ah…

Bem, a gente sonha, mas a vida não é essa, né, meninada! Até porque, nesta gravidez a amiguinha que vos fala está engordando como nunca antes e não está soltando fogos e gritinhos comemorativos por isso. #abafa.

Pois bem: todas as vezes que vou a NY, faço antes uma lista dos lugares que quero conhecer. Além das minhas pesquisas, conto com a assessoria luxuosa da minha amiga Carmen Burns, que mora lá e é uma gourmand de marca maior. Desta vez, o foco foram lugares que, além da comida deliciosa, receberiam os meninos com experiências memoráveis. Vale muito a pena mencionar estes três aí abaixo. Em todos, fomos ao brunch, porque é, sem dúvidas, a melhor refeição para os meninos. Eles lanchavam pela manhã, uma frutinha ou alguma outra coisa leve que eu tinha deixado no quarto e tínhamos tempo e disposição para nos aprontar e sair pela cidade para comer. Também jantamos em lugares legais, mas a disposição, depois de bater perna o dia todo, era sempre menor, prejudicando a experiência. Aí vão minhas indicações:

Alices’s tea cup

Comemoramos o aniversário do Fran neste café, que é a coisa mais lindinha, mais charmosa, mais fofa de todas. A impressão que se tem é que alguém passou a vida colecionando tudo sobre Alice no País das Maravilhas, no mundo todo, depois abriu o café para expor. Louças, bonecas, livros, a pintura das paredes, tudo tem uma referência à história. Os cookies com leite são imperdíveis. O chocolate com marshmallow idem.

Maman

Além da comida deliciosa (prove o croque monsier, as quiches, as tortas… Meu deus, as quiches, as tortas, o croque monsier…), o ambiente é lindo, os garçons são simpaticíssimos, as louças são de matar. Francisco ficou vidrado em uma xícara com um coelhinho dentro – à medida que você ia tomando o líquido, o coelho ia aparecendo – e até hoje procura esculturas dentro dos copos :)

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Buvette

Foi o melhor brunch da minha vida e, olha, eu sou rodada neste quesito. Nada do que foi pedido na mesa estava menos do que perfeito. A limonada dos meninos deu vontade de roubar. Francisco comeu tanto que eu achei que ele ia ter um treco. Juro.

LOJAS:

Não vou ficar falando aqui de Baby R Us ou de H&M, porque isso é bom, mas gente acha em qualquer lugar, né? Bora falar de pequenas preciosidades, que nem sempre estão de acordo com o nosso bolso atualmente – diante deste simpático dólar – mas que valem a pena nem que seja para conhecer e sonhar… 😉

Babesta: loja delícia, toda bacaninha, que fica no segundo andar dp shopping novo, o Brookfield Place. Ela parece um pouco com a Liapela, que, até onde sei, não tem em NY. Tem uma curadoria deliciosa: Play Forever, Mini Rodini, Ez Pz, Tegu Toys… É bem carinha, mas vale a pena nem que seja para conhecer as novidades.

Oeuf: para desmaiar de amor pelos móveis, pelas mantinhas, pelas roupinhas orgânicas… O Instagram da loja é uma delícia de seguir!

Playing Mantis: Mães Waldorf, bora alugar um container e comprar a loja toda?

Ufa! Até cansei! Espero que tenham gostado! Se houver mais alguma coisa que queiram saber, me escrevam nos comentários!

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Em quem não votar para vereador em BH, em 2016

O veto à Lei da Doula foi cassado na Câmara dos Vereadores de BH na semana passada. Hoje ela entra em vigor: qualquer mulher, em hospital público ou privado, nesta cidade, pode se internar com a presença do acompanhante e de uma doula, sem nenhuma exigência extra.

Isso só foi possível por causa do trabalho sensacional de muitas ativistas, que mandaram e-mails, ligaram para os vereadores, marcaram conversas, se reuniram com eles, pressionaram.

Nós precisávamos de 21 votos. Era muito, em uma Câmara sabidamente comprometida com os interesses do Prefeito Municipal (que nem sempre coincidem com os interesses da municipalidade. Na verdade, poucas vezes convergem). Conseguimos 36.

Alguns vereadores se comprometeram a votar conosco e não aparecerem na sessão. Outros foram de uma covardia sem tamanho: mesmo estando presentes no plenário, não registraram seus votos. Para quem não sabe, funciona assim: para garantir que não haja fraudes, há reconhecimento biométrico do vereador. Ele registra sua presença colocando o dedinho lá, e, depois, tem três opções de voto: sim, não e abstenção. O método da fraqueza é o seguinte: mesmo estando presente, o cara não registra o voto. Não diz sim, não diz não, não se abstém. Assim não “faz o feio” com ninguém, sacaram? É a tática “em cima do muro”.

Nós não vamos admitir meio termos. Ou está com as mulheres, ou não está. Simples assim. Então, bora fazer viralizar a lista dos que não são nossos amigos.#inimigosdasmulheres

Quem não estava no Plenário:

Daniel Nepomuceno: Não nos recebeu, não deu as caras, não respondeu as mensagens no facebook e no e-mail. Comprometimento zero com a causa.

Eliane Matozinhos: a Eliane Matozinhos é a única mulher na Câmara de Vereadores de BH. Foi uma das primeiras que procuramos. Comprometeu-se a votar conosco e, simplesmente, não apareceu. Disse que estava em um evento, comemorando o Dia da Mulher. Jeito bonito de comemorar, hein, vereadora?? Abandonando-nos?

Eliane Matozinhos

Quem não votou, mesmo estando lá:

Dr. Nilton: Dr. Nilton não votou e, ainda mostrou absoluto preconceito com o nosso pleito. Insinuou que era uma questão corporativista e mostrou que não tem a menor idéia do que é uma doula – tanto que disse que defende doulas para quem não tem acompanhante. Olha que ele é ginecologista, hein!

Dr. Nilton 1

Dr. Nilton 2

Sergio Fernando Tavares: Olha a respostinha fajuta que ele me deu:

Sergio Fernando Tavares

 

 

Gente, estes caras merecem a nossa resposta nas urnas. É simples: não está conosco, não tem nosso voto. Tem nossa campanha contra. Não somos inimigas convenientes, não queira estar contra nós. Este é o recado!

PS: O Vereador Wellington Magalhães era o presidente da sessão, então, a praxe é que não vote.

PS2: este post originalmente se chamava “lista negra” e usava uma hastag com o mesmo nome. Fui alertada sobre como esta expressão é racista e editei o título e o post. Desculpem o vício, galera. Aprendendo sempre, por aqui. Muito obrigada pelo toque! 😉

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Sorteio, sorteio! Quer ver Laura Gutman em BH? Agora é a hora!

Confessem: vocês até gostam de mim, acham os textos engraçadinhos, coisa e tal, mas amam mesmo é quando aparece um sorteio, né? Pode dizer, eu sobrevivo!

Pois bem: carente e frágil neste final de gravidez, resolvi que preciso reacender o carinho de vocês e estava aqui, com os meus botões, pensando o que poderia sortear para deixá-las louquinhas, no maior estilo 5.393.294.938 comentários, aos gritos de AMO ESTE BLOG. #alouca

Pidona que sou, escrevi para o pessoal do II Seminário de Mães, que vai trazer ninguém menos do que Laura Gutman a BH no dia 4 junho, e pedi um agradinho. Não é que elas aceitaram? Uhhuuuu!

Então a jogada é a seguinte: quer ganhar uma inscrição para o Seminário? Diz um EU QUERO bem grande nos comentários, curte a página deles no facebook (esta aqui) e compartilha publicamente no face este post ou uma destas fotos abaixo, com a sua palestrante favorita – é, minha gente, eu só falei da Sra.Sombras Gutman, mas tem também a Gabriela Kapim (daquele programa “Socorro, meu filho come mal), a Cris Guerra (do blog Hoje vou assim) e ainda mais.

Seminário de Mães Cris Guerra Seminário de Mães Dra Filó Seminário de Mães Gabriela Kapim Seminário de Mães

 

Quer chance extra? Vai lá no Instagram do Dadadái (aqui), marca três amigas na foto oficial (que é esta da Laura) e curte o IG do II Seminário (este aqui).

O prazo para inscrição é até sexta, 25 de março. O resultado sai no dia 28!

Pode colocar pai, mãe, madrinha, periquito e papagaio para participar, porque se você ganhar e não puder ir, pode transferir seu prêmio para outra sortuda!

 

PÓS-POST: GENTE, QUEM NÃO COMENTAR AQUI (NÃO ADIANTA SER NO FACE), NÃO CURTIR A PÁGINA DO SEMINÁRIO  E NÃO COMPARTILHAR PUBLICAMENTE O POST OU A FOTO SERÁ DESCLASSIFICADA, OK? São exigências dos patrocinadores…

 

Pós post: Ludmilla Marques, você foi a vencedora do sorteio!!! Responda ao meu e-mail e aproveite o seminário!!!

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