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Educação, Psicologia

A arte de contar histórias

“Se você quer que seu filho seja brilhante, conte a ele contos de fadas. Se você o quer ainda mais brilhante, conte a ele ainda mais contos de fadas.” Albert Einstein

Os belos contos de fadas capazes de instigar a imaginação das crianças e repletos de simbólicas riquezas têm perdido espaço frente aos exíguos desenhos animados. É processo versus processado ou atividade versus passividade. A criança precisa processar para aprender que na vida tudo tem começo, meio e fim. Hoje em dia, as crianças crescem achando que só existe começo e fim. Continue Reading

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Educação

Por que desenhos animados e jogos eletrônicos aparentemente inocentes podem ser tão prejudiciais às crianças?

 Quando perguntamos às crianças o que lhes vem em mente quando o assunto é entretenimento, surgem diversas atividades. Porém, as brincadeiras que exigem movimento tem perdido espaço para as “atividades estáticas”, voltadas a jogos de celular, computador, ipad, iphone e televisão, entre outras. A grande diferença é que as atividades onde o movimento é priorizado colocam a criança em ação, há troca de energia. Enquanto as estáticas as deixam em uma atitude extremamente passiva, e sua única “atuação” é como espectadora.
Buddemeier, especialista na Ciência dos Meios de Comunicação, descreve como é fácil, em entretenimentos desse tipo perceber a cabeça e o restante do corpo imóveis, assim como uma completa inatividade dos sentidos. A visão também é subestimada pois a criança enxerga tudo sempre à mesma distância e o mecanismo sensível da visão não recebe estímulo, se degenerando e atrofiando pouco a pouco.  É interessante notar que técnicas de fixação do olhar são utilizadas pelo tratamento através da hipnose, ou seja, nesse estado a consciência assume papel secundário, deixando o indivíduo extremamente suscetível.  Apenas o ouvido funciona, e mesmo assim parcialmente, devido ao som localizado e à distorção sonora. As crianças acabam ficando desorientadas e se acostumam com imagens prontas, inibindo seu potencial criativo e as fantasias tão imprescindíveis para futuramente, saberem lidar com novas situações.

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