Gisele Leal


sobre Gisele Leal

Sou Bióloga, formada pela Puc Campinas em 1997.
Minha primeira filha, Beatriz, nasceu em 1998, e m 2007 nasceu o Arthur ambos de prováveis cesáreas desnecessárias.
Em 2010 me vi grávida novamente, e inconformada com a notícia de que teria que agendar minha cesárea. Busquei informações, me preparei, me empoderei e assim, nasceu Catharina de um parto natural maravilhoso após 2 cesáreas, após 42 horas de bolsa rota e com parteira e doula num hospital em São Paulo.
A experiência do parto mudou minha vida. Em apenas um mês do nascimento da Catharina escrevi um livro e publiquei o blog Mulheres Empoderadas.
Menos de um ano após, larguei carreira de 14 anos na indústria onde eu atuava como gerente de qualidade, e vivia dividida entre as pontes aéreas e viagens internacionais e minha família. Então me capacitei como Doula pela ANDO – Associação Nacional de Doulas em abril de 2011, embora já acompanhasse eventualmente a gestação e parto de amigas e primas desde Outubro/2010, tamanha era a minha vontade de estar nesse meio.
Ainda em 2011, inconformada com o modelo de assistência obstétrica no nosso país, reuni doulas, parteiras, mães e simpatizantes do movimento de humanização e juntas fundamos o MAHPS – Movimento de Apoio á Humanização do Parto em Sorocaba, elaborei o projeto Doula Social para ser implementado no SUS e comecei a atuar voluntariamente em um hospital público de Sorocaba.
Em apenas 14 meses de MAHPS, idealizei e coordenei a organização de 2 encontros voltados à Humanização do Parto e Nascimento e um Encontro Nacional de Parteria Urbana, além de mais de 22 encontros do grupo de apoio à gestantes.
Em 2012 fiz o curso de Formação em Parto Ativo com a Janet Balaskas, inglesa, precursora do conceito Parto Ativo e ingressei no curso de Obstetrícia da USP.
Em julho de 2013 nasceu a Sophia, em casa nas mãos do pai, cercada pelos irmãos. Diferente da história da Catharina que foi uma história de empoderamento e superação, o parto de Sophia foi uma história de entrega, fé e aceitação.


Ha 4 anos, doulas foram proibidas de entrarem no centro-obstétrico da maior e mais tradicional (sic) maternidade da cidade de Campinas. Ha 3 anos, doulas foram proibidas de entrarem no centro-obstétrico de duas grandes maternidades particulares em São Paulo. E desde então, outras cidades e Estados vem proibindo a permanencia […]

Doulas proibidas nos centro-obstétricos. E daí?


Gestar é um processo que vem sendo aperfeiçoado há milhões de anos. Ainda assim, nossa sociedade trata a gestação como uma fase muito complicada na vida da mulher e que demanda muitos cuidados. E essa forma de perceber a gestação, traz muita insegurança e medo para a maioria das mulheres. […]

Grávida, e agora?








1
Quando conheci a Cintia ela estava com 7 semanas de gestação. Ela participou de todos os encontros do grupo de apoio que eu organizei, desde antes do Espaço Mulheres Empoderadas existir. Ela construiu seu parto após duas cesáreas. Ela conseguiu o apoio do marido que estava receoso. E em maio, […]

Relato de parto após 2 ceáreas – ...



Quando falamos sobre os benefícios do parto normal fisiológico, muita gente entende e até concorda com os benefícios, mas não entende a real importância de se oferecer um modelo de assistência que seja centrado no fisiológico e menos medicalizado possível. Por isso, é necessário falar sobre as consequências do parto e nascimento […]

As consequências do parto e nascimento industrializado



2
Uma amiga de infância que mora, atualmente, na Carolina do Norte/EUA me escreveu perguntando porque no Brasil a taxa de nascimentos via cesárea é tão absurda. Me contou que esse questionamento surgiu de uma conversa com uma Enfermeira Obstetra responsável por treinar Doulas num hospital universitário local. Essa enfermeira obstetra também coordena […]

Porque existe tantas cesáreas no Brasil?





    De vez em quando, uma leitora do blog ou da fanpage do blog me envia um print de páginas que levantam uma verdadeira guerra ao parto normal, onde eu e outras ativistas somos citadas em tom de deboche (quanta honra!).      E a curiosidade matou o gato, ja […]

Obstetra, pra que te quero?